Às 11h26 (horário de Brasília) desta segunda-feira (14), os principais índices acionários de Wall Street operavam em direções opostas. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) e o S&P 500 apresentavam alta de 0,53% e 0,34%, aos 53.626,16 pontos e 7.724,15 pontos, respectivamente. Por outro lado, o Nasdaq anotava baixa de 0,15%, aos 26.249,60 pontos.
No mercado de Treasuries, o rendimento do título de dois anos subia de 4,186% para 4,194% ao ano. No entanto, o título de dez anos anotava baixa para 4,647% ao ano.
Nesta manhã, a Moderna (MRNA) era o principal destaque entre as ações, operando com ganhos de 131,8%, depois de anunciar que sua vacina experimental contra câncer de pele mostrou sucesso nos testes iniciais. O medicamento é feito em parceria com a Merck (MRK), que anotava alta de 11,02% na abertura.
Na agenda de indicadores, as atenções se voltam para a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed), realizada em 29 de julho. Na ocasião, o banco central norte-americano manteve a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
A decisão não foi unânime: a manutenção dos juros foi aprovada por 9 votos a 3, com os três dissidentes defendendo uma elevação de 0,25 ponto percentual. O documento poderá fornecer novos sinais sobre a trajetória da política monetária norte-americana.
No noticiário internacional, as atenções dos investidores seguem voltadas para os preços do petróleo, em meio à continuidade do conflito entre Estados Unidos e Irã e às preocupações com seus possíveis impactos sobre a inflação global.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não há negociações em andamento com o Irã nem encontros agendados e declarou que o Estreito de Ormuz está aberto. Autoridades iranianas, por outro lado, sustentam que a rota marítima permanece fechada até que os Estados Unidos cumpram as condições previstas no acordo provisório firmado em junho.