A Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal) divulgou balanço com os dados de consumo de calcário relativos a 2025. Embora tenha boa parte das terras com acidez, o Brasil mantém os níveis de aplicação de corretivos em patamares preocupantes de defasagem – na casa dos 30%, mesmo nas principais frentes agrícolas do país.

Os últimos 2 anos apurados apontam um crescimento tímido, de 2,8%. Por estados, a região Centro-Oeste segue liderando.

A incerteza se amplia em razão dos debates sobre custos do agronegócio brasileiro, em meio ao cenário de conflitos mundiais na Ucrânia e Estreito de Ormuz. O calcário potencializa, por exemplo, os efeitos dos fertilizantes no solo, gerando economia ao agricultor.