O contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta segunda-feira (1º) em leva baixa de 1,75 ponto e 0,29%, cotado a US$ cents 608,75/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o vencimento do mesmo fechou com recuo de 2,75 pontos e 0,42%, a US$ cents 647,00/bushel.
Neste pregão, os preços do cereal foram pressionados pela ampla oferta global do grão, devido às safras de países produtores do Hemisfério Norte, bem como pela melhora das condições climáticas na região mais ao norte das planícies norte-americanas.
No Leste Europeu, a safra de grãos e oleaginosas da Ucrânia deve aumentar 4,5% em 2026 (de 80 milhões de toneladas para 83,6 milhões de toneladas), segundo a nova estimativa do Sindicato Ucraniano de Comerciantes de Grãos (UGA).
No campo climático, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que uma frente fria, proveniente da fronteira com o Canadá, está trazendo chuvas e baixas temperaturas para as a região das planícies altas, o que beneficia o trigo de inverno.
Quanto à demanda internacional, de acordo com o USDA, os EUA embarcaram 402 mil toneladas de trigo na semana encerrada em 28 de maio. O volume está dentro da projeção do mercado, de 300 mil t a 500 mil t.
No radar, os investidores aguardam da atualização das condições e dos estágios das lavouras dos EUA.