Às 9h54 (horário de Brasília) desta terça-feira (26), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava baixa moderada de 3,75 pontos e 0,58%, cotado a US$ cents 642,50/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o vencimento de mesmo mês recuava 0,75 ponto e 0,11%, a US$ cents 681,25/bushel.
Na sexta-feira (22), o contrato do trigo caiu 0,19% na CBOT, a US$ cents 646,25/bushel. Na KCBT, o cereal registrou recuo de 0,73%, a US$ cents 682,00/bushel.
As negociações estiveram suspensas ontem (25) em decorrência do feriado de Memorial Day nos Estados Unidos.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pela melhora das condições climáticas nas lavouras do trigo de inverno nos EUA.
Segundo analistas independentes, bons níveis de chuva vêm atingindo as áreas de plantio do cereal, que foram drasticamente afetadas pela seca nas últimas semanas. Ademais, há previsão de precipitações para os próximos dias também.
A ampla oferta global também pressiona as cotações do trigo. O mercado avalia a entrada de novas safras de grãos provenientes de grandes países produtores do grão no Hemisfério Norte, como os do Leste Europeu.
Além disso, o recente anúncio de que o governo da Argentina irá reduzir os impostos de exportação de grãos (retenciones) também contribuía para o viés negativo.
No entanto, maiores perdas eram evitadas pelos alertas de baixa umidade relativa do ar e fortes rajadas de vento – o que contribui para focos de incêndios florestais – em regiões de lavoura que não foram beneficiadas pelas chuvas, como nos estados de Montana e da Dakota do Norte, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.