Às 10h08 (horário de Brasília) desta quinta-feira (11), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava leve baixa de 1,00 ponto e 0,17%, cotado a US$ cents 586,50/bushel. Por outro lado, na Bolsa de Kansas (KCBT), o vencimento de mesmo mês registrava viés de alta (0,50 ponto e +0,08%), a US$ cents 631,00/bushel.

Na parcial da semana, os ativos seguem em campo positivo acumulando ganhos de 1,12% e 1,65%, nesta ordem.

Na véspera (10), o contrato de julho avançou 0,38% na CBOT, a US$ cents 587,50/bushel; porém, o vencimento do mesmo mês caiu 0,04% na KCBT, a US$ cents 630,50/bushel.

Nesta manhã, os investidores aguardam a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola (Wasde) de junho, que será publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) às 13h.

Além da postura cautelosa do mercado que exercia pressão sobre as cotações, o viés negativo sobre os preços do cereal também era causado pelo recente alívio da seca em algumas das principais regiões produtoras de trigo de inverno no país norte-americano.

Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, após dias de chuvas na região das Planícies, a expectativa é de mais tempestades no Nebraska. O órgão também emitiu alertas para possíveis inundações e até mesmo granizo em algumas regiões.

Quanto à demanda internacional, o USDA informou que as vendas líquidas de trigo dos EUA para o ano comercial 2026/27 somaram 666,3 mil toneladas na semana encerrada em 4 de junho. Também foi registrado um montante adicional de 298,6 mil t oriundas da temporada 2025/26, que terminou em 1º de junho no país norte-americano.