Às 9h47 (horário de Brasília) desta segunda-feira (8), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 0,75 ponto e 0,13%, cotado a US$ cents 579,25/bushel. Por outro lado, na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão subia 4,25 pontos e 0,68%, a US$ cents 625,00/bushel.

Na sexta-feira (5), os vencimentos do cereal fecharam em direções opostas: com queda de 0,30% na CBOT e viés de alta (+0,08%) na KCBT, cotados a 580,00/bushel e 620,75/bushel, nesta ordem. Na semana, os ativos se desvalorizaram 5,00% e 4,46%, respectivamente.

Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pela ampla oferta global do grão nos mercados internacionais, principalmente pela commodity oriunda dos países do Leste Europeu. No campo, o avanço dos trabalhos de colheita nos Estados Unidos também exercia pressão sobre as cotações.

No entanto, as condições climáticas extremas limitavam maiores perdas. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, são esperadas pancadas de chuva e tempestades severas nas Planícies norte-americanas. Há possibilidade de raios frequentes, rajadas de vento fortes, granizo e tornados.

No radar dos investidores, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgará ainda hoje os relatórios semanais de embarques de trigo, além da atualização sobre os estágios de desenvolvimento e as condições das lavouras norte-americanas.