B3: milho opera em campo negativo nesta manhã de 3ª feira

Às 9h28 (horário de Brasília) desta terça-feira (19), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava leve queda de 0,13%, cotado a R$ 66,98/saca; o vencimento de setembro operava em estabilidade com viés de baixa (-0,06%), a R$ 69,82/sc.

Ontem (18), os futuros anotaram ganhos: o contrato de julho subiu 0,40%, a R$ 67,07/sc, e o de setembro se valorizou 0,33%, a R$ 69,86/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados por um movimento de realização de lucros, tendo em vista a alta do dia anterior. Além disso, a demanda internacional enfraquecida também exercia pressão sobre as cotações.

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou na véspera que o Brasil exportou 34,4 mil toneladas de milho na semana encerrada em 15 de maio, volume inferior às 100,4 mil toneladas registradas na semana anterior.

Por outro lado, maiores perdas eram limitadas pelo avanço dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.

O mercado segue com as atenções voltadas ao campo, sobretudo ao iminente início da colheita do milho de inverno no Centro-Sul, o que deve elevar a disponibilidade interna do cereal nos próximos meses.

Os trabalhos de colheita da primeira safra, por sua vez, se encontram praticamente encerrados nos principais estados produtores do Sul do Brasil, restando apenas algumas áreas ainda para serem colhidas em Goiás e Minas Gerais.