Às 10h12 (horário de Brasília) desta quinta-feira (14), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em forte baixa de 8,75 pontos e 1,30%, cotado a US$ cents 666,75/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão recuava 10,75 pontos e 1,48%, a US$ cents 714,00/bushel.
Por outro lado, na semana, os futuros acumulam ganhos parciais de 7,71% na CBOT e 5,66% na KCBT.
Na véspera (13), as cotações do cereal anotaram baixa de 0,52% na CBOT e 0,89% na KCBT, cotados 675,50/bushel e 724,75/bushel, nesta ordem.
Nesta manhã, os preços do trigo acompanham a queda dos seus pares (milho e soja) negociados em Chicago, com o mercado monitorando a visita do presidente Donald Trump à China, onde participa de reuniões com seu homólogo Xi Jinping, até sexta-feira (15).
Apesar das expectativas de avanços comerciais, relatos da mídia internacional indicam que as discussões têm se concentrado mais em temas geopolíticos, como Taiwan e o Estreito de Ormuz, sem anúncios relevantes para o setor agrícola até o momento.
Maiores perdas, no entanto, eram limitadas pelas condições climáticas adversas nas regiões produtoras de trigo nos Estados Unidos.
Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, novos alertas de bandeira vermelha para tempo seco e fortes rajadas de vento foram emitidos nas áreas agrícolas dos estados de Minnesota, Iowa, Nebraska, Kansas, Oklahoma e Texas.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou há pouco que as vendas para exportação de trigo na safra 2025/26 somaram 133,5 mil toneladas na semana encerrada em 7 de maio, volume 70% superior no comparativo semanal.