Às 9h44 (horário de Brasília) desta segunda-feira (4), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em moderada baixa de 4,25 pontos e 0,67%, cotado a US$ cents 633,50/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão cedia 8,50 pontos e 1,22%, a US$ cents 686,00/bushel.
Na sexta-feira (1º), os vencimentos do cereal subiram 0,16% tanto na CBOT quanto na KCBT, cotados 637,75/bushel e 694,50/bushel, nesta ordem. Ambos os ativos fecharam a semana anterior com ganhos acumulados de 3,40% e 3,70%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pela melhora das condições climáticas na região das planícies norte-americanas.
De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, há previsão de chuvas para o Centro-Oeste do país. Além disso, uma frente fria é esperada em estados como o Texas e partes do Baixo Vale do Mississippi.
Maiores perdas eram limitadas pelo risco de desabastecimento do trigo em decorrência da seca e estiagem persistente nas principais regiões produtoras do cereal nos Estados Unidos.
Ainda nos EUA, a incerteza no progresso das negociações de paz com o Irã – o que encerraria o bloqueio ao Estreito de Ormuz – dava suporte às cotações do petróleo bruto e das commodities agrícolas norte-americanas.
Na Austrália, os analistas também monitoram a forte seca que está atingindo as lavouras de trigo do país, um dos principais produtores do grão no mundo.
Ademais, os investidores aguardam a divulgação do relatório de progresso de safra do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) bem como o boletim semanal de embarques norte-americanos.