Às 9h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira (1º), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve alta de 2,25 pontos e 0,37%, cotado a US$ cents 612,75/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão subia 4,25 pontos e 0,65%, a US$ cents 654,00/bushel.

Na sexta-feira (29), os vencimentos do cereal caíram 2,16% na CBOT e 2,33% na KCBT, cotados a 610,50/bushel e 649,75/bushel, nesta ordem. Na semana, os ativos se desvalorizaram 5,53% e 4,73%, respectivamente. Em maio, os vencimentos registraram perdas amplas de 4,12% na CBOT e 6,31% na KCBT.

Nesta manhã, os preços do cereal eram sustentados pela alta dos preços do petróleo bruto, o que exercia influência sobre as commodities agrícolas norte-americanas.

O preço do combustível disparou após o retorno das hostilidades no Oriente Médio, no conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irã.

Maiores ganhos eram limitados pela recente melhora nas condições climáticas das regiões produtoras do cereal nos EUA. Segundo analistas independentes, as precipitações nas planícies norte-americanas na última semana amenizaram as preocupações com a seca.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) também prevê pancadas de chuvas para esta tarde e à noite nas planícies do sul, região produtora do trigo de inverno.

No radar, os investidores monitoram a divulgação dos dados semanais de embarques norte-americanos, além da atualização das condições e dos estágios das lavouras dos EUA.