Às 10h03 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava forte baixa de 11,50 ponto e 1,95%, cotado a US$ cents 579,50/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão caía 11,25 pontos e 1,81%, a US$ cents 609,25/bushel.
Na parcial da semana, os futuros seguiam em baixa de 4,33% na CBOT e de 5,40% na KCBT.
No pregão de ontem (25), o cereal fechou em alta moderada de 0,90% na CBOT e de 0,53% na KCBT, cotado a US$ 591,00/bushel e US$ cents 620,50/bushel, respectivamente.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pela melhora nas condições climáticas nas lavouras, devido à continuidade das chuvas nas regiões produtoras de trigo dos Estados Unidos.
De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS), foram emitidos alertas para tempestades e inundações no estado do Kansas, principal estado produtor do grão no país.
Nos mercados internacionais, a queda nos preços globais do petróleo bruto – que exerce influência sobre as commodities agrícolas norte-americanas – também contribuía para o viés negativo.
Quanto à demanda internacional pelo cereal dos EUA, o USDA informou ontem seus registros de vendas para exportação da semana encerrada em 18 de junho, que mostram que o país norte-americano registrou exportações de 504 mil toneladas de trigo da safra 2026/27 no período. Volume dentro da projeção do mercado, que variava entre 250 mil t e 600 mil t.