Às 9h49 (horário de Brasília) desta segunda-feira (11), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em forte alta de 8,75 pontos e 1,41%, cotado a US$ cents 627,75/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão subia 7,50 pontos e 1,11%, a US$ cents 683,25/bushel.
Na sexta-feira (8), os vencimentos do cereal subiram 1,10% na CBOT e 1,27% na KCBT, cotados a 619,00/bushel e 675,75/bushel, nesta ordem. Por outro lado, na semana, os ativos desvalorizaram 2,94% e 2,70%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços do cereal eram impulsionados pela alta dos preços do petróleo bruto – o que afeta os mercados das commodities agrícolas norte-americanas – bem como pelas condições climáticas adversas nas principais regiões produtoras nos Estados Unidos.
Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, novos alertas para incêndios florestais e baixa umidade do ar foram emitidos na região norte das Planícies. Alguns estados, como a Dakota do Norte e o Nebraska, também podem registrar fortes rajadas de vento.
Ainda no campo climático, analistas independentes avaliam que as chuvas recentes nos EUA não conseguiram reverter os danos da seca sobre as lavouras de trigo de inverno nas últimas semanas.
No radar, o mercado opera em compasso de espera pelos dados semanais de embarques de grãos, bem como pelo boletim semanal de condições de lavoura dos EUA, ambos divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Já amanhã (12), será publicado o relatório mensal de oferta e demanda global (WASDE), que trará a primeira projeção de produção da safra norte-americana 2026/27.