Às 9h38 (horário de Brasília) desta segunda-feira (23), o contrato de maio do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava baixa moderada de 4,75 pontos e 0,80%, cotado a US$ cents 590,50/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão recuava 3,50 pontos e 0,58%, a US$ cents 602,75/bushel.

Na sexta-feira (20), o cereal caiu 2,10% na CBOT e 3,35% na KCBT, cotado a US$ 595,25/bushel e US$ cents 606,25/bushel, respectivamente. Na semana, os futuros registraram quedas amplas de 3,01% e 3,77%, nesta ordem.

Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo adiamento de novos ataques no Golfo Pérsico e pelo avanço de “negociações produtivas” com o Irã.

A queda do preço do petróleo bruto, influenciada pelas tratativas entre os dois países, também contribuiu para o viés negativo da commodity agrícola.

Maiores perdas eram limitadas pela preocupação dos investidores quanto às condições climáticas adversas nas regiões produtoras de trigo de inverno nos EUA.

Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, as planícies do sul devem registrar calor recorde à medida que aumenta o risco de incêndios florestais na região. Estados como Oklahoma, Texas, Kansas e Colorado estão sob alerta.