Às 9h39 (horário de Brasília) desta segunda-feira (30), o contrato de maio do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava baixa moderada de 5,75 pontos e 0,95%, cotado a US$ cents 599,25/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão recuava 9,50 pontos e 1,50%, a US$ cents 623,25/bushel.
Na sexta-feira (27), o cereal fechou em estabilidade na CBOT e subiu 0,96% na KCBT, cotado a US$ 605,00/bushel e US$ cents 632,75/bushel, respectivamente. Na semana, os futuros registraram ganhos de 1,64% e 4,37%, nesta ordem.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pela diminuição das preocupações climáticas nas regiões produtoras de trigo dos Estados Unidos. Segundo analistas, há previsão de chuva, para esta semana, nas regiões de lavouras de grãos.
Ainda no campo climático, por outro lado, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA ainda prevê condições climáticas adversas nas regiões produtoras do país. O tempo seco, com baixa umidade do ar, persistirá em grande parte do oeste de Nebraska e partes das planícies do sul.
Maiores perdas eram evitadas pelo sentimento de incerteza gerado pela guerra no Oriente Médio, entre os EUA, Israel e o Irã, devido ao risco de uma intensificação nas participações do grupo terrorista houthis, do Iêmen, se envolverem no conflito. Ademais, as negociações inconclusivas de um cessar-fogo também evitam maiores prejuízos.
Amanhã (31), os investidores aguardam a divulgação das estimativas de área plantada nos EUA pelo Departamento de Agricultura (USDA), que deve trazer novos direcionamentos para o mercado de grãos.