O contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta terça-feira (14) em baixa moderada de 0,71%, cotado a R$ 67,42/saca. O vencimento de novembro anotou queda de 0,14%, a R$ 71,10/sc.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pela desvalorização do câmbio, fator que diminui a competitividade do milho brasileiro negociado em dólar no mercado internacional. Próximo ao fim das negociações, o dólar caía 1,11% a R$ 5,07.
Ademais, o recuo dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT) também contribuiu para o cenário negativo.
A colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingiu 36,7% da área projetada, após um avanço semanal de 10,6 pontos percentuais, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (10).
No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 42,4%; na média dos últimos cinco anos, em 41,1%.
A DATAGRO projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.