Às 09h58 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava moderada baixa de 6,75 pontos e 0,60%, cotado a US$ cents 1.120,75/bushel, com desvalorização na parcial semanal de 0,18%. O de agosto recuava na mesma intensidade, a US$ cents 1.130,25/bushel – ganho semanal de 0,18%.
Na véspera (25), os ativos subiram 1,69% e 1,81%, cotados a US$ cents 1.127,50/bushel e US$ cents 1.137,00/bushel, nesta ordem.
No caso dos derivados, o farelo e o óleo recuavam 1,23% e 0,92%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços eram pressionados pelo movimento de vendas técnicas, após a alta de ontem, à medida que as condições climáticas seguem benéficas ao desenvolvimento das lavouras no Corn Belt, área que engloba as lavouras de soja e milho nos Estados Unidos.
Segundo o boletim diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), chuvas isoladas ocorrem na região juntamente com temperaturas próximas ou abaixo do normal. As temperaturas máximas de hoje no Meio-Oeste permanecerão abaixo de 27°C, exceto na faixa sul do Cinturão do Milho.
“Com a escassez de umidade no solo restrita principalmente a partes do alto Meio-Oeste, a maior parte das lavouras de milho e soja continua se desenvolvendo com estresse mínimo”, diz o documento.
Ademais, também pressionava a queda do petróleo no mercado internacional, o que reduz a competitividade dos biocombustíveis feitos à base de grãos e oleaginosas.
Por fim, o mercado agora aguarda a divulgação, na próxima terça-feira (30), dos relatórios de área plantada e estoques trimestrais do USDA.