O contrato de novembro da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta quarta-feira (2) em moderada baixa de 7,50 pontos e 0,57%, cotado a US$ cents 1.310,25/bushel. O vencimento de janeiro de 2027 caiu 7,75 pontos e 0,58%, a US$ cents 1.325,00/bushel. Por outro lado, ambos os ativos acumulam ganhos na parcial da semana: 1,73% e 1,71%, respectivamente.
Quanto aos derivados, o farelo e o óleo desvalorizaram 0,81% e 2,50%, nesta ordem.
Neste pregão, as cotações foram pressionadas por um movimento de realização de lucros, após os ganhos registrados nas sessões anteriores.
Por outro lado, a demanda internacional aquecida e as incertezas em relação ao potencial produtivo das lavouras norte-americanas impediram uma queda mais acentuada.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou nesta quarta-feira uma venda avulsa de 202 mil toneladas de soja para a China. Ontem (1º), o órgão já havia anunciado outra venda individual ao país asiático, de 136 mil toneladas.
As lavouras norte-americanas de soja seguem entrando em fase de maturação e secagem antes da colheita no Meio-Oeste. O clima quente e seco mantém o mercado atento ao risco de perdas de produtividade nas áreas que ainda atravessam etapas mais iniciais de desenvolvimento.
Para quinta-feira (3), os investidores aguardam os registros semanais de vendas para exportação do USDA, além da atualização das condições de seca nas principais regiões produtoras dos EUA.