Às 9h39 (horário de Brasília) desta segunda-feira (27), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava leve alta de 1,25 ponto e 0,11%, cotado a US$ cents 1.165,00/bushel; o de julho avançava 1,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 1.180,00/bushel.
No último pregão (24), os futuros encerraram no campo positivo, com ganho de 0,34% para o de maio, cotado a US$ cents 1.163,75/bushel, e de 0,32% para o de julho, a US$ cents 1.178,50/bushel.
Quanto aos derivados, o farelo avançava 1,39%, enquanto o óleo recuava 0,21%.
Nesta manhã, os preços eram impulsionados pela estagnação nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
O cancelamento de uma rodada de negociações e a saída da delegação iraniana do Paquistão aumentaram as incertezas sobre o conflito. Com isso, o Estreito de Ormuz permanece com fluxo comprometido, sustentando os preços do petróleo no mercado internacional.
A valorização da commodity energética reforça a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de grãos e oleaginosas, como a soja.
No campo climático, o mercado monitora alertas de tempestades severas na região do Corn Belt, área que engloba as lavouras de soja e milho dos Estados Unidos.
Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia, há risco de danos em áreas do Missouri, Illinois e Arkansas, com possibilidade de impactos sobre as lavouras.
Os investidores aguardam a divulgação, ao longo do dia, de relatórios semanais do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que incluem inspeções de cargas para exportação e a atualização das condições e estágios das lavouras.