Às 9h18 (horário de Brasília) desta quarta-feira (17), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em moderada baixa de 7,75 pontos e 0,69%, cotado a US$ cents 1.137,75/bushel; o de agosto recuava 7,50 pontos e 0,66%, a US$ cents 1.142,00/bushel. Na parcial da semana, os ativos acumulam altas de 2,18% e 2,08%, nesta ordem.
Em relação aos derivados, o óleo e o farelo se valorizavam 1,02% e 0,30%, nesta ordem.
Na véspera (16), os ativos fecharam no campo positivo, com alta de 0,96% para o de julho, a US$ cents 1.130,00/bushel, e de 0,98% para o de agosto, a US$ cents 1.134,50/bushel.
Nesta manhã, os preços recebiam suporte pelo clima adverso nos Estados Unidos. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), o clima permanece quente e seco em parte do Corn Belt, principal região produtora de soja e milho do país. A previsão indica temperaturas elevadas e baixa umidade em grande parte de Nebraska ao longo do dia.
Por outro lado, tempestades previstas para Iowa e Illinois podem levar precipitações significativas para importantes áreas agrícolas, amenizando preocupações com a disponibilidade hídrica das lavouras.
Além do clima, os preços encontram suporte no avanço das cotações do petróleo no mercado internacional. A valorização da commodity energética tende a aumentar a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de oleaginosas e grãos.
Segundo relatos da imprensa internacional, Israel teria mantido ataques contra alvos no Líbano, elevando as incertezas sobre a estabilidade no Oriente Médio e lançando dúvidas sobre a consolidação do acordo em negociação entre EUA e Irã.