Às 10h16 (horário de Brasília) desta quarta-feira (24), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em estabilidade com viés de alta (+0,50 ponto e +0,04%), cotado a US$ cents 1.117,50/bushel; o de agosto avançava no mesmo sentido, a US$ cents 1.124,75/bushel.
Na véspera (23), os ativos subiram 0,11% e 0,13%, cotados a US$ cents 1.115,75/bushel e US$ cents 1.122,50/bushel, nesta ordem.
No caso dos derivados, o farelo subia 1,03%, enquanto o óleo cedia 0,84%.
Nesta manhã, o mercado seguia atento ao comportamento da demanda internacional, especialmente da China. Os investidores continuam avaliando os impactos das primeiras compras de soja norte-americana anunciadas após a cúpula realizada em maio entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping.
Também permanecem no radar as negociações diplomáticas entre EUA e Irã. Autoridades norte-americanas chegaram a sugerir que recursos iranianos atualmente congelados poderiam ser utilizados para financiar compras de produtos agrícolas norte-americanos.
No campo, as atenções continuam voltadas para o clima no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho do país. Segundo o boletim diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as condições climáticas permanecem amplamente favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. À medida que as culturas entram em fases mais avançadas do ciclo produtivo, os níveis de umidade do solo e as temperaturas seguem dentro de padrões considerados adequados para o crescimento das plantas.
O USDA destacou que áreas da região dos Grandes Lagos registravam chuvas e trovoadas isoladas no início desta quarta-feira, enquanto grande parte do restante do Meio-Oeste apresentava clima ameno e condições satisfatórias para o desenvolvimento das culturas de verão.
Por outro lado, os ganhos da soja eram limitados pela continuidade da queda dos preços do petróleo no mercado internacional, o que reduz a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de oleaginosas e grãos.