Às 09h24 (horário de Brasília) desta quinta-feira (2), o contrato de agosto da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOToperava em moderada alta de 7,25 pontos e 0,64%, cotado a US$ cents 1.140,50/bushel, com ganho na parcial da semana de 0,35%. O de setembro avançava 7,50 pontos e 0,66%, a US$ cents 1.143,00/bushel – lucro semanal de 0,13%.

Na véspera (1º), os ativos fecharam no campo positivo, com ganhos de 0,80% e 0,60%, cotados a US$ cents 1.133,25/bushel e US$ cents 1.135,50/bushel, respectivamente.

No caso dos derivados, o farelo valorizava 1,18%, enquanto que o óleo apresentava viés de baixa (-0,04%).

Nesta manhã, as cotações eram sustentadas pela desvalorização de 0,71% do índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente às principais moedas globais, que favorece a competitividade das exportações agrícolas dos Estados Unidos.

Os investidores também aguardavam a divulgação do relatório semanal de vendas para exportação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que deverá fornecer novos sinais sobre o ritmo da demanda internacional pela soja norte-americana.

No campo, o boletim diário do USDA indicou a ocorrência de pancadas de chuva e tempestades que avançam da região dos Grandes Lagos em direção ao sudoeste, à medida que uma massa de umidade tropical interage com uma frente fria de fraca intensidade.

Apesar das precipitações, o tempo segue quente e úmido em boa parte das regiões central e leste do Corn Belt, principal cinturão produtor de soja e milho norte-americanos, com temperaturas máximas variando entre 32°C e 35°C.

“Até o momento, as temperaturas não atingiram, de forma generalizada, níveis considerados estressantes para as culturas de milho e soja que estão entrando na fase reprodutiva”, destacou o USDA.

Os agentes também ajustam suas posições antes do feriado do Dia da Independência dos EUA. Na sexta-feira (3), a CBOT funcionará em horário reduzido, com encerramento antecipado das negociações.