Às 09h43 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1º), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOToperava em moderada alta de 10,00 pontos e 0,89%, cotado a US$ cents 1.134,25/bushel, mas com perda na parcial da semana de 0,20%. O de agosto avançava 10,75 pontos e 0,95%, a US$ cents 1.139,50/bushel – recuo semanal de 0,18%.

Na véspera (30), os ativos fecharam no campo positivo, com ganhos de 0,72% e 0,45%, cotados a US$ cents 1.116,75/bushel e US$ cents 1.124,25/bushel, respectivamente.

No caso dos derivados, o farelo valorizava 0,36%, enquanto que o óleo desvalorizava 0,94%.

Nesta manhã, as cotações eram sustentadas pela valorização generalizada das commodities agrícolas, em meio ao monitoramento das condições climáticas no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho dos Estados Unidos.

Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), o calor intenso continuará predominando na metade leste do país, com alertas de calor e de calor extremo desde o Kansas até a costa leste. Os índices de calor no sul do Missouri e no sul de Illinois poderão atingir 42°C ao longo da tarde.

“O tempo quente poderá persistir na região até sábado (4), embora haja previsão de tempestades isoladas”, informou o órgão.

O mercado também seguia repercutindo os relatórios de área plantada e de estoques trimestrais divulgados na terça-feira pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Segundo o USDA, a área destinada ao plantio de soja na safra 2026/27 foi estimada em 34,56 milhões de hectares, alta de 5% em relação ao ciclo anterior e ligeiramente acima da expectativa média do mercado, de 34,54 milhões de hectares. A área prevista para colheita foi estimada em 34,16 milhões de hectares.