Às 9h35 (horário de Brasília) desta quarta-feira (3) o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em moderada alta de 7,25 pontos e 0,62%, cotado a US$ cents 1.172,50/bushel. O vencimento de agosto avançava 7,00 pontos e 0,60%, a US$ cents 1.176,00/bushel. Por outro lado, na parcial da semana, ambos os ativos acumulam perdas de 1,20%.
Na última sessão (2), o contrato de julho caiu 1,31%, a US$ cents 1.165,25/bushel, e o vencimento de agosto cedeu 1,35%, a US$ cents 1.169,00/bushel.
No caso dos derivados, o óleo e farelo se valorizavam 1,28% e 0,49%, nesta ordem.
Nesta manhã, os preços recebiam suporte do movimento de ajuste nas posições, tendo em vista as perdas nas sessões passadas, bem como da valorização do petróleo no mercado internacional, o que favorece os biocombustíveis feitos à base de oleaginosas e grãos.
Os novos ganhos no preço do petróleo bruto são impulsionados pela retomada das hostilidades no Oriente Médio e pela falta de progresso claro nas negociações entre Teerã e Washington.
Limitando maiores ganhos, dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram um ritmo acelerado na semeadura da safra 2026/27 da oleaginosa.
Segundo o órgão, 87% da área prevista já foi plantada, ritmo superior ao observado no mesmo período do ano passado e também acima da média dos últimos cinco anos. Além disso, 66% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes, praticamente estáveis em relação aos 67% registrados na semana anterior.