O contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOTencerrou esta sexta-feira (29) em moderada baixa de 7,75 pontos e 0,65%, cotado a US$ cents 1.186,75/bushel, com perda na semana de 0,81% e no mês de 0,73%. O de julho caiu 5,75 pontos e 0,48%, a US$ cents 1.190,25/bushel – queda semanal de 0,40%, mas avanço mensal de 0,08%.

Em relação aos derivados, o farelo caiu 1,29%, enquanto que o óleo subiu 1,33%.

Neste pregão, o mercado foi pressionado pela queda das cotações do petróleo no mercado internacional, reduzindo a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de grãos e oleaginosas.

O clima favorável às lavouras norte-americanas também contribuiu para o movimento de baixa.

De acordo com o boletim diário do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as condições seguem positivas para o plantio e desenvolvimento das lavouras no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho norte-americanos.

No lado da demanda, o USDA divulgou os dados semanais de vendas para exportação referentes à semana encerrada em 21 de maio.

As vendas da safra 2025/26 somaram 300 mil toneladas, enquanto os negócios da temporada 2026/27 alcançaram 138 mil toneladas. Ambos os resultados vieram dentro das expectativas do mercado.

Ademais, o USDA também informou uma venda individual de 192 mil toneladas de soja para destino desconhecido. Do total, 60 mil toneladas serão entregues no ano comercial 2025/26 e 132 mil toneladas em 2026/27.

Na próxima segunda-feira (1º), os agentes acompanharão a divulgação dos dados semanais de embarques norte-americanos, além da atualização das condições e dos estágios das lavouras dos EUA.