O contrato de setembro da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta sexta-feira (7) em leve alta de 1,00 ponto e 0,09%, cotado a US$ cents 1.159,00/bushel. O vencimento de setembro caiu 1,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 1.176,25/bushel.

Na semana, os ativos acumularam perdas de 1,00% e 0,95%, nesta ordem.

No caso dos derivados, o farelo caiu 0,87%, enquanto que o óleo subiu 0,74%.

Neste pregão, os preços foram pressionados pela perspectiva de que as chuvas recentes no Corn Belt, área das lavouras de soja e milho dos Estados Unidos, ajudaram no desenvolvimento da cultura e diminuíram o estresse hídrico na região.

Paralelamente, os agentes evitaram maiores riscos nas negociações, de olho no relatório de oferta e demanda (Wasde) de agosto do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), previsto para segunda-feira (10). Esse será o primeiro levantamento com projeções para safra 2026/27 feitas com base em pesquisas de campo.

Por outro lado, parte das perdas foi limitada pela demanda internacional aquecida, principalmente pelo apetite da China pela oleaginosa norte-americana.

Hoje, o USDA reportou uma venda avulsa de 238 mil toneladas de soja para o gigante asiático. Com essa venda, os embarques para Pequim na semana somaram 980 mil toneladas.

Na segunda-feira (3), foi informada uma de 488 mil toneladas; na terça-feira (4), uma de 132 mil toneladas; ontem (6), uma de 122 mil toneladas – todas com entrega para 2026/27.