O contrato de agosto da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOTencerrou esta quinta-feira (2) em leve alta de 3,00 pontos e 0,26%, cotado a US$ cents 1.136,25/bushel; o de setembro terminou em viés de alta (0,50 ponto e +0,05%), a US$ cents 1.136,00/bushel.

Já na parcial semanal, os ativos acumulam perdas de 0,02% e 0,48%, nesta ordem.

Em relação aos derivados, o óleo subiu 0,12%, enquanto o farelo cedeu 0,07%.

Neste pregão, as cotações foram sustentadas pela desvalorização de 0,56% do índice DXY, o que aumenta a competitividade das exportações dos Estados Unidos.

Também contribuiu para o movimento positivo a expectativa de retomada das compras chinesas de soja norte-americana. O mercado acompanha rumores de um possível aumento das importações pelo país asiático após a cúpula realizada em meados de maio entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping.

Por outro lado, os ganhos foram limitados pelo desempenho das vendas semanais para exportação. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as vendas líquidas da safra 2025/26 somaram 42 mil toneladas, enquanto os negócios da temporada 2026/27 totalizaram 183 mil toneladas, ambos bem abaixo das expectativas do mercado.

No campo, os investidores seguem monitorando as condições climáticas no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho norte-americanos. A previsão indica o retorno de chuvas e temperaturas mais amenas após a sexta-feira (3), reduzindo as preocupações com possíveis estresses nas lavouras durante o início da fase reprodutiva.

O Monitor de Seca do USDA também mostrou melhora nas condições de umidade. A parcela das áreas de soja localizadas em regiões sob seca recuou de 22% para 19% na última semana.

Por fim, os agentes ainda ajustaram suas posições antes do feriado do Dia da Independência dos EUA. Nesta sexta-feira (3), a CBOT funcionará em horário reduzido, com encerramento antecipado das negociações.