O contrato de agosto da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta sexta-feira (31) em leve baixa 5,25 pontos e 0,45%, cotado a US$ cents 1.170,75/bushel, com perda na semana de 6,09%, mas ganho mensal de 4,25%.
O de setembro cedeu 1,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 1.170,75/bushel – desvalorização semanal de 5,60%, mas alta mensal de 3,73%.
Já no caso dos derivados, o farelo e o óleo desvalorizaram respectivos 0,60% e 1,80%.
Neste pregão, às cotações foram pressionadas pela melhora das perspectivas climáticas para o Corn Belt, principal região produtora de soja e milho dos Estados Unidos. Segundo o boletim diário do Departamento de Agricultura (USDA), as chuvas registradas nos últimos dias devem favorecer a recuperação das lavouras após o período recente de calor intenso e tempo seco.
“As chuvas benéficas que se estendem do Vale do Mississippi em direção ao oeste estão ajudando a estabilizar as condições das lavouras, que haviam se deteriorado durante o recente período de calor e tempo seco. No início desta manhã, algumas das chuvas mais intensas estendem-se de Minnesota em direção ao sul, até o Missouri”, informou o USDA.
O mercado também começou a direcionar as atenções para a divulgação do relatório de Oferta e Demanda Mundial (WASDE) de agosto, prevista para o dia 12, que trará as primeiras estimativas da safra norte-americana baseadas em levantamentos de campo.
Parte das perdas, entretanto, foi limitada pelo fortalecimento da demanda internacional. O USDA anunciou nesta sexta-feira uma venda avulsa de 252 mil toneladas de soja para destino não revelado.