O contrato de setembro da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta quarta-feira (5) em leve baixa 2,25 pontos e 0,19%, cotado a US$ cents 1.156,50/bushel. O vencimento de setembro caiu 3,00 pontos e 0,25%, a US$ cents 1.174,75/bushel.

Na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 1,22% e 1,07%, nesta ordem.

Já no caso dos derivados, o farelo e o óleo se desvalorizaram respectivos 0,80% e 0,70%.

Neste pregão, as cotações foram pressionadas pela expectativa de chuvas benéficas no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho dos Estados Unidos.

Segundo o boletim diário do Departamento de Agricultura (USDA), pancadas de chuva e tempestades associadas a uma frente fria continuam avançando em direção ao sudoeste a partir da região dos Grandes Lagos.

“As chuvas recentes e em curso, juntamente com temperaturas próximas ou abaixo da média, têm beneficiado as culturas de milho e soja”, destacou o USDA.

No mercado de energia, os preços do petróleo perderam força ao longo da sessão e passaram a operar próximos da estabilidade, refletindo o otimismo em torno de um possível acordo diplomático entre EUA e Irã, que poderia resultar na reabertura do Estreito de Ormuz.

A evolução das cotações do petróleo segue sendo acompanhada de perto pelo mercado agrícola, uma vez que influencia a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir da soja e do milho.

No radar, os investidores aguardam a divulgação, nesta quinta-feira (6), do relatório semanal de vendas para exportação e da atualização das condições de seca nas lavouras norte-americanas, ambos do USDA.