O contrato de setembro da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta quinta-feira (6) em leve alta 3,50 pontos e 0,30%, cotado a US$ cents 1.160,00/bushel. O vencimento de setembro subiu 3,00 pontos e 0,26%, a US$ cents 1.177,75/bushel.

Por outro lado, na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 0,92% e 0,82%, nesta ordem.

No caso dos derivados, o farelo e o óleo se valorizaram respectivos 0,45% e 0,03%.

Neste pregão, os preços receberam suporte pela demanda internacional aquecida, impulsionada por novas compras da China.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou uma venda avulsa de 122 mil toneladas de soja norte-americana para o mercado chinês. Com essa operação, as vendas anunciadas pelo USDA para a China ao longo da semana somam 742 mil toneladas.

Além disso, fontes ouvidas pela Reuters afirmaram que a estatal chinesa Sinograin adquiriu entre 10 e 15 cargas de soja dos EUA na quarta-feira (5). Segundo operadores, pelo menos dez carregamentos têm embarque previsto entre outubro e novembro.

Os dados semanais de vendas para exportação também contribuíram para o desempenho positivo do mercado. O USDA informou que as vendas da safra 2026/27 totalizaram 904 mil toneladas, volume em linha com as expectativas dos analistas.

Os ganhos, no entanto, foram limitados pelas condições climáticas favoráveis no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho norte-americanos.

De acordo com o boletim diário do USDA, chuvas benéficas continuam ocorrendo ao longo e nas proximidades de uma frente fria, com os maiores volumes concentrados na região central do Vale do Mississippi, favorecendo o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.