Às 9h29 (horário de Brasília) desta quinta-feira (30), o contrato de agosto da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em estabilidade com viés de baixa (-0,50 pontos e -0,04%), cotado a US$ cents 1.177,50/bushel. O de setembro operava na mesma intensidade, a US$ cents 1.175,75/bushel. Na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 5,65% e 5,20%, nesta ordem.
No caso dos derivados, o farelo desvalorizava 0,10%, enquanto que o óleo apresentava viés de baixa (-0,09%).
Na véspera (29), os contratos fecharam no campo negativo, com baixa de 1,11% para o ativo de agosto, a US$ cents 1.198,50/bushel, e de 1,14% para o de setembro, a US$ cents 1.194,00/bushel.
Nesta manhã, o mercado apresentava pouca volatilidade enquanto aguardava a divulgação dos dados semanais de vendas para exportação dos Estados Unidos e da atualização do monitoramento das áreas afetadas pela seca, ambos publicados pelo Departamento de Agricultura (USDA).
Os agentes também acompanhavam sinais mistos de outros mercados. A queda do petróleo reduz a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de oleaginosas e cereais, fator considerado negativo para a soja. Em contrapartida, o enfraquecimento do dólar frente às principais moedas do mundo, com baixa de 0,16% do DXY, tende a favorecer a competitividade das exportações norte-americanas.
No campo climático, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS) informou que há previsão de tempestades em partes do centro e oeste do estado de Iowa ao longo da tarde.
Segundo o órgão, algumas células poderão atingir intensidade severa, com risco de ventos fortes e possibilidade de formação de tornados de curta duração, mantendo o clima no radar dos participantes do mercado.