Às 9h45 (horário de Brasília) desta sexta-feira (10), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava moderada alta de 6,00 pontos e 0,51%, cotado a US$ cents 1.171,25/bushel, com valorização na parcial da semana de 0,67%. O vencimento de julho avançava 5,75 pontos e 0,49%, a US$ cents 1.186,75/bushel – ganho semanal de 0,57%.
Na véspera (9), os futuros fecharam no campo positivo, com alta de 0,28% para o de maio, a US$ cents 1.165,25/bushel, e avanço de 0,25% para o de julho, a US$ cents 1.181,00/bushel.
Em relação aos derivados, o farelo subia 2,14%, enquanto que o óleo recuava 0,65%.
Nesta manhã, os preços eram puxados pela alta do derivado farelo, bem como pela desvalorização do dólar perante as principais moedas globais, com baixa de 0,08% para o DXY, fator que favorece as exportações norte-americanas.
Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou que os agricultores venderam 295 mil toneladas de soja na semana encerrada em 2 de abril de 26, em linha com as projeções do mercado.
Wasde e biocombustíveis seguem no radar
O mercado ainda repercute o relatório Wasde de abril, que manteve a produção dos EUA em 115,99 milhões de toneladas e os estoques finais em 9,52 milhões de toneladas.
As principais revisões ocorreram nas exportações, reduzidas para 41,91 milhões de toneladas, e no esmagamento, elevado para 71,03 milhões de toneladas, indicando maior consumo interno.
Esse movimento está relacionado às novas diretrizes de combustíveis renováveis nos EUA, aprovadas recentemente pela Agência de Proteção Ambiental do país (EPA) que tendem a ampliar o uso de biocombustíveis à base de óleo de soja, reforçando a demanda pela oleaginosa.