Às 9h33 (horário de Brasília) desta terça-feira (12), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava leve alta de 4,25 pontos e 0,35%, cotado a US$ cents 1.217,25/bushel; o de agosto avançava 3,75 pontos e 0,31%, a US$ cents 1.211,75/bushel.
No caso dos derivados, o farelo e o óleo subiam 0,28% e 1,06%, nesta ordem.
No último pregão (11), os vencimentos fecharam no campo positivo, com alta de 0,41% para o de julho, a US$ cents 1.213,00/bushel, e ganho de 0,44% para o de agosto, a US$ cents 1.208,00/bushel.
Nesta manhã, o mercado segue repercutindo os dados de embarques semanais divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os EUA embarcaram 655 mil toneladas de soja na semana encerrada em 7 de maio, volume acima do registrado na semana anterior e dentro das expectativas do mercado.
No campo, o USDA informou que 49% da área destinada à soja havia sido semeada até domingo (10), avanço frente aos 33% registrados na semana anterior e acima da média histórica de 36%. Além disso, 20% das lavouras já haviam germinado, contra 13% na semana anterior e média de 12% para o período.
No clima, o Serviço Nacional de Meteorologia norte-americano (NWS) emitiu novos alertas de bandeira vermelha para o Corn Belt, área que engloba as lavouras de soja e milho no país.
Segundo a agência, ventos entre 25 e 35 milhas por hora, com rajadas de até 50 mph, devem atingir regiões próximas à fronteira entre Dakota do Norte e Minnesota, enquanto a umidade relativa do ar pode cair para 29%. “Qualquer foco de incêndio que se inicie se alastrará rapidamente”, alertou o órgão.
No radar dos investidores, o USDA divulgará, às 13h, o relatório mensal de oferta e demanda global (WASDE), com as primeiras projeções da safra norte-americana 2026/27. O mercado espera aumento na produção e nos estoques finais de soja tanto nos EUA quanto no cenário global para a próxima temporada.