Às 9h42 (horário de Brasília) desta segunda-feira (11), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOTregistrava moderada alta de 11,75 pontos e 0,97%, cotado a US$ cents 1.219,75/bushel; o de agosto avançava na mesma intensidade, a US$ cents 1.214,50/bushel.

No caso dos derivados, o farelo e o óleo subiam 1,41% e 0,82%, nesta ordem.

No último pregão (8), os vencimentos fecharam no campo positivo, com alta de 1,32% para o de julho, a US$ cents 1.208,00/bushel, e ganho de 1,35% para o de agosto, a US$ cents 1.202,75/bushel. Na semana, os ativos acumularam ganhos de 0,39% e 0,46%, nesta ordem.

Nesta manhã, o mercado segue atento às tensões no Oriente Médio após Trump rejeitar, no domingo (10), a proposta de paz apresentada pelo Irã, classificando os termos como “totalmente inaceitáveis”.

A escalada voltou a impulsionar os preços do petróleo, favorecendo a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de grãos e oleaginosas. O Brent se aproximava de US$ 105 por barril, enquanto o WTI operava próximo de US$ 100.

Outro fator de suporte aos preços é a expectativa em torno da viagem de Trump à China, onde o presidente norte-americano terá reuniões com Xi Jinping entre os dias 13 e 15 de maio.

O mercado espera discussões relacionadas à ampliação das compras chinesas de commodities dos EUA, tema considerado estratégico para o setor agrícola norte-americano.

No radar dos investidores, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulga ainda nesta segunda-feira o relatório semanal de embarques, além da atualização das condições e estágios das lavouras norte-americanas após o fechamento do mercado.

Já amanhã (12), será publicado o relatório mensal de oferta e demanda global (Wasde), que trará a primeira projeção de produção da safra norte-americana 2026/27.