O reajuste no preço pago pelo tabaco para esta safra tem sido discutido desde o último ano, mas as negociações foram retomadas nesta terça-feira (17/01). Empresas como Philip Morris Brasil, JTI, Universal Leaf Tabacos, Alliance One e China Brasil Tabacos e CTA apresentaram suas propostas.
Até agora, apenas a proposta feita pela empresa Souza Cruz foi aceita. O reajuste sugerido foi de 8,35%. Para o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner, o custo de produção dos produtores está muito próximo a este percentual e o objetivo da reunião com as empresas vendedoras de cigarros é que a tabela de preço seja unificada.
Além da melhorar os preços, o setor tem trabalhado para conseguir do governo incentivos para a continuidade da produção de fumo no Brasil. O setor, que envolve mais de 615 mil pessoas no ciclo produtivo, gera renda a 576 mil produtores no campo e cerca de 40 mil empregos nas empresas.