As cotações médias do suíno vivo em fevereiro registraram fortes quedas em relação às de janeiro. Na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), a retração no período foi de expressivos 16,1%, a mais intensa desde janeiro de 2022, quando a desvalorização chegou a 21%, mostra acompanhamento do Cepea/Esalq-USP.

A forte desvalorização do suíno vivo tem reflexos sobre o poder de compra do produtor. Em fevereiro, com a venda de um quilo de animal vivo, o suinocultor paulista conseguiu comprar 3,75 quilos de farelo de soja (o menor volume desde julho de 2024) ou 6,11 quilos de milho (o mais baixo desde abril do ano passado).