Às 8h40 (horário de Brasília) desta quinta-feira (25), o contrato de agosto do petróleo WTI anotava moderada queda de 0,88% na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), cotado a US$ 69,72/barril. O vencimento do mesmo mês para o Brent recuava 0,98% na Intercontinental Exchange (ICE), negociado a US$ 73,02/barril. Na parcial da semana, os futuros acumulam perdas de 8,03% e 9,37%, respectivamente. 

No último pregão (24), o WTI cedeu 3,92%, a US$ 70,34/barril, enquanto o Brent caiu 3,81%, a US$ 73,87/barril. 

Nesta manhã, os preços do combustível operavam em níveis que não eram observados desde o começo da guerra entre Estados Unidos e Irã, em meio ao avanço das negociações entre as partes e a retomada gradual do fluxo de exportação energética pelo Estreito de Ormuz.

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que ao menos 20 milhões de barris de petróleo passaram pela rota nas últimas 24 horas. A autoridade disse também que o fluxo deverá continuar mesmo sem um acordo entre Washington e Teerã.

Enquanto isso, conforme informado pela Reuters, citando uma fonte do alto escalão do Ministério do Petróleo do Iraque, o país está considerando sair da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) caso a sua cota de produção não seja aumentada significativamente. 

A fonte informou ao veículo que o governo iraquiano passa por uma crise financeira como resultado da guerra no Golfo Pérsico e que a venda de petróleo representa a maior parte de sua renda. O país foi expressivamente afetado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

Atualmente, a cota de produção do Iraque é de 4,378 milhões de barris por dia (bpd) em julho.