O contrato de agosto do óleo de palma, negociado na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), encerrou a sessão desta quinta-feira (2) em moderada baixa de 0,66%, cotado a US$ 1.099,00/tonelada; o vencimento de setembro caiu 0,67%, a US$ 1.105,75/t. Na parcial da semana, os futuros acumulam baixas de 1,01% e 1,03%, nesta ordem.
Neste pregão, as cotações foram pressionadas pela queda dos preços do petróleo no mercado internacional, fator que reduz a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de oleaginosas, como o óleo de palma.
Também pesou sobre o mercado a expectativa de uma produção robusta na Malásia. De acordo com analistas ouvidos pela imprensa internacional, a safra malaia apresentou forte desempenho em junho, elevando as perspectivas de oferta.
Apesar do cenário de maior produção, pelo menos uma empresa de inspeção de cargas apontou que as exportações de óleo de palma da Malásia cresceram cerca de 12% em junho em relação ao mês anterior.
O avanço dos embarques foi impulsionado pela demanda sazonal e pela recomposição dos estoques nos principais mercados importadores, com destaque para Índia e China.