Os contratos de junho e julho do óleo de palma encerraram a sessão desta sexta-feira (15) em leve alta de 0,16% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotados a US$ 1.111,50/tonelada e a US$ 1.119,75/t, respectivamente. Na semana, por outro lado, os futuros acumularam perdas de 2,56% e 2,61%, nesta ordem.

Neste pregão, os preços da commodity foram sustentados pelo enfraquecimento do ringgit malaio perante o dólar, bem como pelos preços mais firmes do óleo de soja negociados na Bolsa de Chicago.

Além disso, deu apoio a expressiva alta nos preços do petróleo em meio a preocupações com ataques e apreensões de navios no Estreito de Ormuz. A valorização do combustível fóssil torna o óleo de palma uma opção mais atraente como matéria-prima para fabricação de biodiesel.

Por outro lado, limitou maiores ganhos a retração da demanda da Índia, maior importador mundial de óleos comestíveis. Dados divulgados hoje pelo país mostram que as importações de óleo de palma despencaram 26% na passagem de abril para março, atingindo o nível mais baixo em quatro meses.

No radar, o último dia de negociações entre os presidentes dos Estados Unidos e da China em Pequim, com os investidores na expectativa de sinais de alívio nas tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.