O contrato de agosto do óleo de palma, negociado na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), encerrou a sessão desta quarta-feira (1º) em leve baixa de 0,14%, cotado a US$ 1.106,25/tonelada; o vencimento de setembro caiu 0,13%, a US$ 1.113,25/t. Na parcial da semana, ambos os futuros acumulam baixas de 0,36%.
Neste pregão, os preços foram pressionados pela desvalorização do petróleo no mercado global, o que reduz a competividade dos biocombustíveis feitos com commodities agrícolas, bem como pela fraqueza dos contratos equivalentes na Bolsa de Dalian – os contratos mais ativos do óleo de soja e de palma negociados em Dalian recuaram 0,32% neste pregão.
No entanto, limitou maiores perdas a desvalorização 0,24% do ringuite malaio frente ao dólar, o que torna a commodity mais barata no mercado internacional.
Ademais, a Indonésia inicia hoje a implementação do programa nacional de combustível B50, uma mistura de 50% de biodiesel à base de óleo de palma e 50% de diesel convencional, como parte de sua iniciativa para alcançar a independência energética.