O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou esta segunda-feira (15) em leve alta de 0,45%, cotado a R$ 64,35/saca; o vencimento de setembro avançou 0,18%, a R$ 66,95/sc.
Neste pregão, os preços internos foram sustentados pelo avanço dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação. Próximo ao fim das negociações na B3, o dólar subia 0,18% a R$ 5,06.
Os investidores seguem monitorando o progresso da colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil. Os trabalhos ainda estão no início, com Mato Grosso e Paraná liderando os esforços, e devem começar a ganhar mais ritmo nas próximas semanas.
A DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.
No radar, os investidores aguardam a divulgação dos dados de embarques e desembarques referentes à última semana pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).