Milho termina o dia em direções opostas na Bolsa Brasileira

O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou esta segunda-feira (4) em estabilidade com viés de alta (+0,07%), cotado a R$ 69,70/saca; na contramão, o vencimento de setembro caiu 0,56%, a R$ 71,20/sc.

Neste pregão, deu suporte aos preços internos o forte avanço dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). Ademais, repercutiu a leve valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação – próximo ao fechamento das negociações da B3, o dólar subia 0,25% a R$ 4,96.

No campo, o milho de inverno segue em fase final de desenvolvimento, com a colheita devendo ter início nos próximos dias. Já a colheita da safra de verão caminha para o fim, com expectativa de um volume recorde, apesar dos atrasos nos trabalhos.

Somando a primeira e a segunda safra, a DATAGRO Grãos aponta que o país deverá produzir 142,9 milhões de toneladas de milho na temporada 2025/26, volume levemente inferior na comparação com as 143,3 mi de t registradas no ciclo anterior.