O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou esta segunda-feira (11) em alta moderada de 0,50%, cotado a R$ 67,93/saca; o vencimento de setembro anotou ganho de 0,63%, a R$ 70,16/sc.
Neste pregão, os preços internos foram sustentados pela alta nos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pela demanda internacional aquecida.
A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou há pouco que o Brasil embarcou 100 mil toneladas de milho não moído (exceto milho doce) nos primeiros cinco dias úteis do mês de maio, volume 157,9% superior ante as 38,9 mil toneladas embarcadas em todo maio de 2025.
O câmbio, que influencia a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, operou em estabilidade durante praticamente todo o dia.
O mercado segue atento à finalização da colheita da safra de verão no Centro-Sul do Brasil, que, apesar de atrasada, deve ser recorde. De acordo com levantamento da DATAGRO Grãos, os trabalhos de campo se aproximam de 90% da área cultivada.
O desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil também é monitorado de perto. A expectativa é de uma safra cheia, apesar de algumas perdas pontuais, causadas por estresses climáticos.