O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta quinta-feira (18) em estabilidade com viés de baixa (-0,02%), cotado a R$ 63,93/saca. O vencimento de setembro recuou 0,37%, a R$ 67,03/sc. Na semana, os futuros seguem em direções opostas: com baixa de 0,20% e alta de 0,30%, respectivamente.
Neste pregão, os preços internos foram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).
O mercado brasileiro segue de olho na safra 2025/26 de inverno, cuja colheita já teve início em todos os estados da região Centro-Sul do Brasil, devendo aumentar consideravelmente a oferta nacional do cereal nos próximos meses.
Levantamento realizado pela DATAGRO até a última sexta-feira (12) mostra que os trabalhos alcançaram 6,4% da área cultivada, ritmo em linha com o observado no mesmo período do ano passado (6,5%) e na média das últimas cinco safras (6,6%).
No entanto, maiores perdas foram limitadas pela forte valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho voltado à exportação. Próximo ao fim das negociações na B3, o dólar subia 1,35% a R$ 5,17.