O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta quarta-feira (24) em leve avanço de 0,45%, cotado a R$ 64,14/saca, com ganho semanal acumulado de 0,36%. O vencimento de setembro anotou alta de 0,43%, a R$ 67,49/sc, com valorização de 1,03% na semana.

Neste pregão, os preços do cereal foram sustentados pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho voltado à exportação. Próximo ao fim das negociações na B3, o dólar subia 0,37% a R$ 5,20.

No entanto, perdas foram limitadas devido ao recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos.

Ademais, os investidores acompanham a colheita do milho de inverno no Centro-Sul do Brasil. Até o momento, o Mato Grosso é quem lidera o ritmo dos trabalhos de campo, seguido pelo Paraná.

Para a temporada 2025/26 do cereal, a DATAGRO Grãos apresentou um novo levantamento, no qual manteve a estimativa para a segunda safra em 112 milhões de toneladas, queda de 5% ante o ciclo passado. Por outro lado, a consultoria elevou sua projeção para a safra de verão para 29,7 milhões de toneladas, um aumento anual de 17%.