O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) encerrou esta terça-feira (30) em leve alta de 0,22%, cotado a R$ 64,75/saca, mas com perda acumulada de 1,02% em junho. O vencimento de setembro anotou moderado avanço de 0,84%, a R$ 68,20/sc, com ganho de 0,15% no mês.
Neste pregão, os preços internos foram sustentados pela valorização de mais de 2% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos.
O dólar, que exerce influência sobre a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, apresentou volatilidade durante o pregão. Próximo ao fim das negociações na B3, o câmbio caía 0,10%, a R$ 5,16.
A colheita do milho de inverno 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingiu 18,6% da área cultivada, após um avanço semanal de 6,9 pontos percentuais, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (26). No mesmo período da temporada passada, os trabalhos estavam em 17,6%; na média dos últimos cinco anos, em 19,8%.