Milho sobe mais de 1% em Chicago na manhã desta 4ª feira

Às 9h50 (horário de Brasília) desta terça-feira (1º), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava forte alta de 4,75 pontos e 1,14%, cotado a US$ cents 421,50/bushel; o de dezembro subia 4,75 pontos e 1,09%, a US$ cents 440,75/bushel.

Na véspera (30), o contrato de julho avançou 2,67%, a US$ cents 412,75/bushel, e o de setembro se valorizou 1,58%, a US$ cents 416,75/bushel. No mês de junho, por outro lado, os futuros acumularam perdas de 7,61% e 8,56%, respectivamente.

Nesta manhã, os preços do cereal seguem em trajetória de alta, sustentados pela menor área plantada na safra 2026/27 e pelo aumento das temperaturas em importantes estados produtores.

Conforme divulgado ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os produtores norte-americanos semearam 38,57 milhões de hectares com milho na safra 2026/27, uma redução de 3% em relação à temporada anterior.

Em comparação com a safra passada, a área plantada diminuiu ou permaneceu inalterada em 40 dos 48 estados considerados na pesquisa. O USDA estima ainda que, da área total de milho, apenas 35,37 milhões de hectares serão colhidos, um recuo de 4% ante o ciclo 2025/26.

Quanto ao clima, segundo informações do Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), o tempo quente e seco persistirá na metade leste dos EUA, com alertas de calor extremo em vigor desde o Kansas até a costa leste. A previsão é de que as temperaturas superem 42ºC no sul do Missouri e no sul de Illinois, e ultrapasse 44ºC na região central de Indiana.

No entanto, maiores ganhos eram limitados pela queda do petróleo no mercado internacional, fator que reduz a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho. O DXY, índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais, subia 0,25%.