Às 10h (horário de Brasília) desta quarta-feira (24), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava leve alta de 1,75 ponto e 0,43%, cotado a US$ cents 411,50/bushel; o de setembro avançava 2,00 pontos e 0,48%, a US$ cents 419,75/bushel. Na parcial da semana, por outro lado, os futuros acumulam perdas de 1,44% e 1,29%, respectivamente.
Na véspera (23), o vencimento de julho caiu 0,43%, a US$ cents 409,75/bushel, e o de setembro cedeu 0,48%, a US$ cents 417,75/bushel.
Nesta manhã, o mercado ajustava posições, tendo em vista as sucessivas perdas anotadas nos últimos dias. Os contratos mais ativos do cereal acumulam desvalorização de quase 8% em junho.
Os principais fundamentos de mercado seguem negativos aos preços do cereal: o petróleo recuava quase 3% no mercado internacinal – fator que reduz a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho – e as condições climáticas se mantém favoráveis ao desenvolvimento da safra 2026/27 no Corn Belt.
Dá área semeada, 97% alcançou a fase de emergência, ritmo em linha com a última temporada e a média dos últimos cinco anos. Ademais, 5% das lavouras já se encontra em fase de embonecamento, levemente à frente da safra anterior (4%) e da média normal (3%).
Mais tarde, a Administração de Informação de Energia (EIA) divulgará dados semanais de produção e estoques de etanol referentes à última semana, importante indicador pela demanda interna por milho nos EUA.
As colheitas em andamento no Brasil e na Argentina seguem no radar, o que deve fazer a competitividade desses dois países aumentar no mercado internacional nos próximos meses.