Às 10h06 (horário de Brasília) desta quinta-feira (12), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava viés de baixa (-0,09%), cotado a R$ 75,75/saca. Já o vencimento de julho apresentava estabilidade, cotado a R$ 71,69/sc. Na parcial da semana, os futuros acumulam ganhos de 3,43% e 1,06%, nesta ordem.
Na véspera (11), o vencimento de maio subiu 0,77%, cotado a 75,82/sc; o de julho avançou 0,66%, a R$ 71,69/sc.
Nesta manhã, às cotações eram pressionadas pelo movimento de realização de lucros, tendo em vista os ganhos anotados nas sessões anteriores.
Paralelamente, os agentes do mercado seguem de olho nas atividades de campo no Brasil.
A colheita da primeira safra alcançou 38,4% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil até a última sexta-feira (6), após avançar 6,3 pontos percentuais (p.p) em sete dias, segundo levantamento da DATAGRO. No mesmo período do ano passado, os trabalhos estavam em 46,2%; na média dos últimos cinco anos, em 43,6%.
Já o plantio do milho de inverno atingiu 87,4% da área projetada, ante 87,0% no mesmo período do ano passado e 75,5% na média plurianual.
Limitando maiores avanços, o câmbio registrava alta, o que favorece as exportações do grão brasileiro, enquanto que os contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) operavam no campo positivo.
No radar, a continuidade do conflito no Oriente Médio entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. O país persa foi o principal destino do milho brasileiro no ano passado, absorvendo cerca de 22% do total exportado pelo Brasil.