Às 9h29 (horário de Brasília) desta terça-feira (25), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada baixa de 0,57%, cotado a R$ 71,47/saca. O vencimento de novembro caía 0,50%, a R$ 77,68/sc.

Na véspera (24), os futuros avançaram 0,81% e 1,15%, a R$ 71,88/sc e a R$ 78,07/sc, respectivamente.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). No entanto, maiores perdas eram limitadas pelo avanço do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.

Dados divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela DATAGRO Grãos mostram que o Brasil exportou 1,217 milhão de toneladas de milho na semana encerrada em 21 de agosto. O

O volume ficou 17,9% acima das 1,032 milhão de toneladas embarcadas na semana anterior, mas ainda 18,6% abaixo da média semanal necessária (1,497 milhão de toneladas) para alcançar o total projetado para essa temporada.

Os embarques de milho seguem ganhando ritmo no segundo semestre deste ano, à medida que a segunda safra começa a tomar o lugar da soja nos portos brasileiros.

No Centro-Sul do Brasil, a colheita do milho de inverno já se aproxima dos 90% da área cultivada, de acordo com o acompanhamento semanal da DATAGRO Grãos.