Às 9h35 (horário de Brasília) desta quinta-feira (13), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa de 0,16%, cotado a R$ 70,23/saca; o de novembro recuava 0,24%, a R$ 75,26/sc. Por outro lado, na semana, os futuros acumulam ganhos parciais de 2,05% e 2,26%, respectivamente.
Na véspera (12), o vencimento de setembro se valorizou 0,77%, a R$ 70,34/sc, e o de novembro avançou 0,99%, a R$ 75,44/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pelo recuo dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). No entanto, maiores perdas eram evitadas pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do grão brasileiro voltado aà exportação.
Os agentes do mercado seguem monitorando o avanço da colheita da safra 2025/26 de milho no Centro do Sul do Brasil.
De acordo com o levantamento da DATAGRO Grãos, com base em dados coletados até a última sexta-feira (7), os trabalhos de campo alcançaram 77,5% da área projetada, após um avanço semanal de 7,9 pontos percentuais. O Mato Grosso foi o único estado que já concluiu a colheita.
No mesmo período da temporada anterior, a colheita estava em 86,1% da área, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 78,3%.
No radar, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, ontem, o relatório de oferta e demanda (Wasde) de agosto. No documento, o órgão elevou a estimativa da safra 2025/26 de milho do Brasil em 2 milhões de toneladas, para 140 mi de t. Já para o ciclo 2026/27, o USDA segue projetando a produção brasileira em 139 mi de t.